Bússola
Nossa História Diferenciais Oficinas Relatos Fale Conosco
Mesa de estudo com mapas e cadernos

Nossa História

Criamos a Bússola porque
acreditamos no valor de parar e pensar.

Página Inicial

Como tudo começou

Uma ideia nascida de uma conversa em mesa de café

A Bússola surgiu em Pelotas, no inverno de 2021, quando três pessoas que tinham chegado aos 40 e tantos se viram na mesma dúvida: havia muito espaço para terapia, para coaching, para cursos de carreira — mas quase nenhum para simplesmente sentar, desdobrar o mapa da própria vida e olhar com calma.

O nome veio naturalmente. Uma bússola não diz para onde ir. Ela mostra onde você está. Essa distinção importa. Não queremos conduzir ninguém. Queremos criar as condições para que cada pessoa possa se orientar por conta própria.

As primeiras oficinas aconteceram num salão emprestado, com oito participantes. O que ouvimos de volta foi suficiente para tornar a Bússola um projeto permanente.

Nossa missão

Criar espaços onde adultos possam pensar sobre suas vidas

Trabalhamos com adultos a partir dos 40 porque essa etapa da vida tem características próprias. Muitas perguntas que surgem nessa fase — sobre prioridades, sobre o que ficou para trás, sobre o que ainda faz sentido — não têm resposta pronta. Elas pedem tempo, escuta e algum papel e caneta.

Nossa proposta é simples: criar encontros bem cuidados, em grupos pequenos, onde essas perguntas possam ser feitas sem pressa e sem julgamento.

"Uma bússola não decide o destino. Ela ajuda você a saber onde está."

— Princípio fundador da Bússola

Quem faz a Bússola

A equipe


CV

Claudia Vieira

Facilitadora principal

Pesquisadora de narrativas de vida há mais de quinze anos, Claudia desenhou a metodologia das oficinas com base em práticas reflexivas consolidadas em contextos educativos e organizacionais.

RN

Ricardo Nunes

Design e materiais

Responsável pelos cadernos, mapas e materiais visuais das oficinas, Ricardo traz uma sensibilidade gráfica que transforma cada encontro num objeto que vale guardar.

LM

Letícia Moraes

Coordenação e acolhimento

Letícia cuida do acolhimento dos participantes, da logística dos encontros e de garantir que cada pessoa se sinta à vontade desde o primeiro contato com a Bússola.

Como trabalhamos

Princípios que orientam cada oficina


Sigilo absoluto

O que é compartilhado nas oficinas permanece no grupo. Todos os participantes concordam com isso desde o início.

Grupos pequenos

Máximo de oito participantes por turma. Qualidade de escuta e presença real, sem anonimato de sala grande.

Caráter não clínico

As oficinas são espaços reflexivos e organizacionais, não atendimentos clínicos ou psicológicos. Essa distinção é sempre apresentada com clareza.

Metodologia própria

As práticas de escrita e mapeamento foram desenvolvidas e refinadas ao longo de anos de trabalho com grupos de adultos.

Proteção de dados

As informações dos participantes são tratadas com responsabilidade, seguindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Respeito à autonomia

Nenhum participante é pressionado a revelar mais do que deseja. O ritmo de cada um é respeitado em todos os momentos.

Sobre nossa abordagem

Orientação de vida como prática reflexiva

A Bússola trabalha com um campo que podemos chamar de orientação de vida reflexiva — um conjunto de práticas que ajuda adultos a organizarem o pensamento sobre suas próprias trajetórias sem depender de orientação profissional licenciada ou de processos terapêuticos.

Esse campo tem raízes em tradições de escrita autobiográfica, cartografia pessoal e práticas de grupo baseadas em escuta ativa. O que fazemos é criar condições para que esses recursos se tornem acessíveis a pessoas que não têm formação específica na área, mas que reconhecem o valor de pensar com algum cuidado sobre onde estão e para onde querem caminhar.

Pelotas, com seu patrimônio cultural denso e sua tradição de vida intelectual, é um contexto particularmente adequado para esse tipo de trabalho. Muitos de nossos participantes têm vínculos profundos com a cidade e encontram nas oficinas uma oportunidade de refletir sobre esses vínculos também.

Trabalhamos com adultos a partir dos 40 porque acreditamos que essa etapa da vida merece ferramentas próprias. Não é início, não é fim — é uma fase de reorientação que pede atenção específica e um espaço de qualidade.

Próximos passos

Quer conhecer as oficinas de perto?

Entre em contato para saber sobre datas, vagas disponíveis e qual proposta faz mais sentido para o seu momento.

Entrar em Contato